Além do home office: uma perspectiva das relações de trabalho no Brasil pós-COVID

Passada a crise da COVID-19, o que podemos esperar em relação aos empregos e às relações de trabalho no Brasil?  

Conforme a reportagem realizada pelo Google relatando os caminhos que serão seguidos no pós pandemia, recolhemos dados e informações que demonstram o futuro de setores de educação online (EAD), trabalho e de segurança na internet. 

No momento atual, uma parcela da população ativa brasileira tem enfrentado um desafio: a necessidade de trabalhar em casa. Mais de 20% dos trabalhadores do Brasil (o que equivale a 93,6 milhões de pessoas), aderiram ao home office. 

Essa é uma realidade completamente nova, o mesmo ocorre aos estudantes de todas as idades, que viram a sala de aula se transformar nas salas de suas respectivas casas. Segundo estudo realizado pela Unoeste, o índice de aumento do ensino à distância foi de 91,7% no ano de 2020 em decorrência da pandemia. 

– Como as mudanças de hoje vão impactar o mercado de trabalho de amanhã? 

A partir do mostrado anteriormente, muitas pessoas já consideram, desde já, o home office como parte da nova rotina e como um novo hábito que veio para ficar. Segundo o estudo realizado pela USP, 7 em cada 10 entrevistados na pesquisa dizem querer continuar trabalhando de casa quando a pandemia acabar. E em uma outra pesquisa realizada, dessa vez pelo Google em sua reportagem, 1 em cada 5 pessoas entrevistadas acredita que o hábito de trabalhar e estudar de casa vai ser incorporado nas nossas vidas daqui por diante. 

Diante dos dados obtidos pelas pesquisas, é nítido que em um futuro próximo, seja o ensino ou o trabalho à distância, irá se tornar cada vez mais parte das escolas e empresas espalhadas pelo Brasil, e consequentemente dos estudantes e empregados. 
Como consequência desse fator, ambos os setores (estudantil e empresarial) serão postos à uma necessidade ríspida de estruturação formal do trabalho à distância, como forma de trazer mais segurança aos seus funcionários, colaboradores e para si mesmas. 

– Afinal de contas, o que deve ficar? 

A pergunta em si é objetiva para ter uma resolução 100% definida. O que se pode levantar com o observado nos últimos meses de pandemia são tendências que podem ajudar marcas e empresas a olharem com mais clareza a hora de se fazer a diferença. Caminhos possíveis já estão sendo desenhados para o futuro pós pandemia, e ele irá se utilizar do ambiente online para se desenvolver. 

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